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TEATRO - 2007

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10/04/2007
Encenação da Paixão de Cristo da 6ª Feira Santa


  Na noite do dia 6 de Abril, a ARCA organizou a encenação da Paixão de Cristo junto à Igreja Matriz de Arcozelo. Esta representação teatral, que teve como responsável máximo Amadeu Costa, Vice-Presidente da ARCA, coadjuvado pelos restantes membros que formam os corpos gerentes desta Associação, contou com cerca de 40 figurantes.

A todos eles, a Direcção da ARCA vem agradecer a sua colaboração.

Esta representação dramática dos últimos dias de Cristo teve grande assistência e aceitação por parte da população arcozelense e não só, pois era visível a comparência de interessados provenientes das freguesias circunvizinhas.



  A peça teatral começa com a última ceia, na qual Jesus Cristo, papel representado por António Morais, está a jantar com os seus discípulos. Comem cabrito e pão, e bebem vinho.


A meio do jantar, Jesus lava os pés dos apóstolos em sinal de humildade e de amor pelo próximo. Jesus diz depois que um deles o vai entregar, o que causa grande perplexidade entre os apóstolos, que não entendem o alcance das palavras do Mestre. Afirma então que o traidor vai humedecer o pão que Jesus distribui. Judas revela-se e abandona a mesa.

O jantar prossegue, aproxima-se do fim. A certa altura, Jesus realiza uma acção inesperada. Tomou um pão, deu graças, partiu e distribuiu-o a eles, dizendo "Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória." E depois de comer, fez o mesmo com o cálice, afirmando "Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado em favor de vós." O pão representa o corpo e o sangue o vinho.


Jesus e os apóstolos dirigem-se então para o Jardim das Oliveiras. Enquanto Cristo ora ao Pai, na companhia de João e Pedro, os restantes apóstolos dormem um pouco afastados daqueles. Os discípulos de Cristo ensonados acordam apenas quando se apercebem da presença da guarda romana que aparece de repente, na companhia de Judas Iscariote, para prender aquele que assevera ser o Filho de Deus. Os guardas levam Jesus preso, tendo apenas Pedro, papel desempenhado por Jorge Gonçalves, esboçado um gesto de defesa ao Mestre ao cortar a orelha de um dos guardas, atitude esta que viria a ser sustida por Jesus, no momento em que faz um milagre ao recuperar a orelha do guarda só pelo tocar da sua mão no local do ferimento.


Jesus é levado a julgamento diante de Pôncio Pilato, o Procurador romano da Judeia na época, que consulta o povo quem dos dois, Jesus ou Barrabás, um salteador, devia ser libertado. O povo, acicatado pelos anciãos, decidem-se pela libertação de Barrabás, condenando Cristo à morte. Pilatos diatancia-se da decisão ao lavar as mãos.


O Filho de Deus é então obrigado a carregar sobre os ombros a cruz em que irá ser crucificado até ao local em que será erguida.


Durante o percurso, vê-se Judas enforcado a uma árvore, muito devido ao seu gesto de traição.


Chegados ao local, Jesus é pregado na cruz que se ergue bem alto para dar uma clara mensagem aos habitantes de Jerusalém: o Império Romano não admite outro Deus que não César. Jesus sofre durante algumas horas.


Jesus morre, é descido da cruz e o corpo entregue a Maria, sua mãe, que tem a seu lado Madalena e João. A sua mãe limpa-lhe o rosto e o corpo. Jesus prepara-se agora para a Ressurreição.